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A Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead) lança o planejamento estratégico da pasta e as ferramentas criadas para melhorar a gestão da Secretaria. Após cerca de um ano de trabalho, o esforço da Sead, em conjunto com servidores, resulta em um plano de ação com medidas específicas para otimizar os trabalhos internos, em estratégias de valorização dos colaboradores, e na reformulação dos objetivos e missão da Sead.
Para minimizar o consumo de água e melhorar a eficiência da irrigação do solo em propriedades rurais, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) criou um aparelho que mede a umidade do solo diariamente e, após esse processo, libera a quantidade de água necessária para irrigar a terra. A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) já colocou o novo sistema em prática e a expectativa é economizar cerca de 30% da água usada nas plantações.
O Plano Safra da Agricultura Familiar 2017/2020 foi o tema do último dia de reuniões entre a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead) e as Delegacias Federais do Desenvolvimento Agrário (DFDAs). Entre os dias 17 e 20 de julho, os delegados federais, representantes da Sead nos estados, estiveram reunidos em Brasília (DF) com o objetivo de discutir as políticas públicas da pasta e a participação e forma de atuação das delegacias em suas regiões.
Nesta quinta-feira (20), a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead) estreitou ainda mais os laços com o Governo alemão. O representante da Embaixada do país e da Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, Simon Triebel, juntamente com o diretor nacional da agência alemã Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), Wolf Dio, estiveram na sede da Sead para conhecer as atividades do Programa Terra Legal. 
A Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead) lança nesta quinta-feira, 20, o Sistema Oportunidades, uma ferramenta de monitoramento que acompanha as chamadas públicas abertas em todo o país no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae); das compras públicas federais; e de programas de compras estaduais e municipais.
De um encontro de amigos, nasceu a Associação dos Produtores Unidos pela Agricultura Familiar (Asprunaf). Um grupo de produtores rurais de Montes Claros (MG), que decidiu unir amizade e agricultura. Formado por 20 pessoas, o projeto existe desde 2014 e já soma mais de 30 espécies de plantio, entre frutas, verduras e hortaliças. A Asprunaf é um exemplo de amigos que celebram com muito entusiasmo este 20 de julho, Dia do Amigo, uma data para ser comemorada junto a pessoas queridas.
Os delegados Federais do Desenvolvimento Agrário, representantes da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead) nos estados, se reuniram nessa terça-feira (18) para falar sobre o Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF). O encontro dá continuidade ao ciclo de reuniões em Brasília, que tem por objetivo apresentar detalhes e esclarecer dúvidas sobre as políticas públicas para a agricultura familiar. Na segunda-feira (17) o assunto tratado foi o Projeto Dom Helder Câmara.
Cestos, chapéus, fruteiras e peneiras são algumas peças fabricadas nas aldeias de Mococa e Queimadas, no Paraná. O artesanato local não é apenas a fonte de renda dos indígenas, mas também a forma de contar suas histórias, que podem ser percebidas nos detalhes das cores, dos formatos, na presença do idioma próprio, nas pinturas faciais e nos costumes que levam os indígenas a colocar suas impressões em cada produção.
Na última terça-feira (11), o Governo Federal lançou o Programa Nacional de Regularização Fundiária para solucionar o caos fundiário histórico no país e, principalmente, na região Amazônica. Entre as novas ações, a Lei n°13.465/17 contempla o Terra Legal, transformando a execução do programa em uma política permanente.
As dinâmicas relacionadas à produção de alimentos em centros urbanos são estratégias efetivas de fornecimento de alimentos e geração de empregos. Nessa direção, a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead) incentiva a atividade por meio de políticas públicas que fomentem a estruturação da cadeia produtiva nas cidades, trabalhando a comercialização e o consumo.
Começou nesta segunda-feira (17), o ciclo de reuniões entre a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead) e as Delegacias Federais do Desenvolvimento Agrário (DFDAs) dos estados brasileiros. As unidades representam a Sead junto aos municípios e são o meio mais ágil de ter informações e auxílio sobre as ações da pasta para a agricultura familiar.
A partir desta segunda-feira (17), está aberto o sistema da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para recebimento das propostas do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) na modalidade Formação de Estoques. O Programa é gerido pela Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead).
Ver, ser visto e reconhecido. Esses são alguns dos benefícios de integrar a programação de feiras nacionais e internacionais. A participação nesse tipo de evento tem ido muito além do “fazer novos clientes”. As feiras são um espaço para aprender, para tornar a marca conhecida, para ver os produtos da família brasileira conquistar o país e o mundo. 
“Na cidade, eu trabalhava por diária para pagar água, energia. Às vezes, sem ter o que comer. Era difícil”, lembra o agricultor José Paulo de Souza, de 45 anos, com os olhos cheios de lágrimas. Ele fala do passado complicado que viveu na cidade. Hoje, sentado à sombra da árvore, após uma manhã de trabalho na própria terra em Nova Brasilândia (RO), as lágrimas se transformam em sorrisos quando ele deixa o passado para trás e vê um futuro melhor à sua frente.
Na Serra da Ibiapaba, na cidade de Guaraciaba do Norte (CE), uma família mudou a sua vida e a de outras pessoas, a partir do comércio da produção familiar local. Sandra Alves Soares, de 47 anos, é a responsável por impulsionar essa transformação. A agricultora não gostava de ver o excedente de produção ser desperdiçado e montou um comércio, o Portal do Orgânico, para escoar não só a parte dela, como a de outros produtores da região. Abóbora, acelga, alface, cebola, brócolis, temperos e ervas, tudo produzido de forma sustentável.

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