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Equipes da Anater e do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) se reuniram nesta quinta-feira (28), para discutir a contratação de assistência técnica e extensão rural visando a adequação ambiental de imóveis rurais de agricultores familiares, inscritos no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
Na próxima terça - feira (2), o secretário especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, José Ricardo Roseno, encontra agricultores familiares gaúchos que se dedicam à produção de tabaco e querem acessar as linhas de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), para diversificar a produção. A reunião acontece a partir das 9h, na sede da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS), em Porto Alegre.
O processo de transformar alimentos in natura em produtos diferenciados e com valor agregado é chamado de agroindustrialização. Para os produtores que desejam seguir por esse caminho, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar disponibiliza, além do Mais Alimentos, duas linhas de crédito específicas para essa produção: o Pronaf Agroindústria e o Pronaf Custeio e Comercialização de Agroindústrias Familiares, com juros de 5,5% ao ano. 
Um desafio dos agricultores familiares que cultivam fumo e resolvem diversificar é o escoamento da produção. Como grande parte deles vive em áreas distantes dos mercados, é preciso formas de escoamento para evitar prejuízo com produtos perecíveis.  Para resolver este problema eles contam com o apoio da linha de crédito Mais Alimentos, do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Por meio dela, é possível financiar veículos de carga que vão ajudar o produtor na hora de vender a produção. 
O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (SEAFDA), liberou R$ 18 milhões para agricultores familiares de Rondônia. Eles podem financiar projetos de até R$ 250 mil destinados ao custeio da safra e de até R$ 330 mil para atividades de investimento.
Aos poucos, o Sítio Pomares vai dando espaço ao turismo rural. Na propriedade familiar moram e cuidam da roça agroecológica quatro mulheres – dona Sandra Maria da Rocha Silva, de 50 anos, e suas três filhas: Samanta, 23, Sabrila, 24, e Sabrina, 25.
A sociedade homenageia diversos profissionais pela importância de suas atividades na qualidade de vida das pessoas. E os agricultores estão entre os que mais merecem ser reverenciados, já que são os principais responsáveis pela produção da comida que vai para a mesa dos brasileiros. Nesta semana, duas datas merecem destaque: na segunda-feira (25) foi comemorado o Dia do Colono e hoje, quinta-feira (28), é o Dia do Agricultor. 
Agricultores familiares da região de Ouro Preto, em Minas Gerais, terão mais uma oportunidade para comercializar os seus produtos. A Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) lançou uma chamada pública para a compra de alimentos da agricultura familiar por meio da modalidade Compra Institucional do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) do Governo Federal. 
A Bahia é o segundo estado com maior número de assentamentos rurais, de acordo com um levantamento realizado em 2015 pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), atualmente Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário. De acordo com o Censo da Agricultura Familiar de 2006, o Nordeste é a região do país que mais possui estabelecimentos da agricultura familiar. Na Bahia são aproximadamente 665 mil estabelecimentos.
Nos estados do Paraná e de Santa Catarina, agricultores familiares estão ajudando no plantio e na manutenção de araucárias (pinheiros) e recebendo renda para isso. O projeto “Estradas com Araucárias” está no quinto ano e já contempla 69 propriedades rurais familiares, sendo responsável pelo plantio de pelo menos 20 mil araucárias.
Em Vilhena (RO), a 700 quilômetros de Porto Velho, um mutirão para regularizar propriedades rurais cadastradas no Programa Terra Legal, da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, será realizado entre os dias 1º e 12 de agosto. A previsão é que a iniciativa se estenda por várias regiões do País nos próximos meses, onde pelo menos 1,5 mil propriedades devem ser regularizadas.
Investir na produção de alimentos e na comercialização de conservas orgânicas. Esta foi a forma que o jovem casal de Nova Trento (SC) Valdecir Murceski, de 30 anos, e Cristina Will Murceski, de 28, encontrou para diversificar as atividades e deixar de plantar tabaco.  Eles vivem em uma propriedade de 22 hectares, onde desenvolvem um plantio bastante diversificado entre hortaliças e tubérculos.  “Não precisamos comprar alimentos fora, tem tudo em casa“, relata Cristina.
O secretário especial da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (SEAFDA), José Ricardo Roseno, marcou presença, nesta terça-feira (26), no evento que representou a realização de um sonho e o acesso à cidadania para 400 famílias potiguares.
A Sociedade Esportiva e Cultural da Linha Ano Bom, em Colinas (RS) , recebeu público de mais de 120 pessoas, no último final de semana, para o Seminário Regional de Sucessão Rural de 2016. Na ocasião, além de momentos de confraternização, foram realizadas apresentações de painéis e de sistematizações, com o objetivo de proporcionar uma reflexão a respeito do tema da sucessão familiar rural e também apontar encaminhamentos, visando a qualificação da gestão da propriedade rural.
Apoiar a implementação de projetos de extensão rural, formação e pesquisa para desenvolver estratégias de diversificação produtiva em propriedades de agricultores familiares que produzem fumo.  Com esta intenção, foi criado, em 2005, o Programa de Diversificação em Áreas com Cultivo de Tabaco. O objetivo é criar novas oportunidades de geração de renda e melhorar a qualidade de vida das famílias de produtores.

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