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José Roseno conhece bem o valor rural brasileiro. Extensionista de carreira, construiu um grande legado como servidor da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural, em Minas Gerais (Emater-MG). Funções de nível local, regional, diretoria e presidência trouxeram a oportunidade de contribuir para a história da agricultura familiar no país.
No município sergipano de Carira, oeste do estado, mora Dernival Santos Souza, 47 anos. Dernival é agricultor familiar desde sempre, como ele mesmo define, e mora com a esposa e dois dos três filhos (“Um já é casado e já está por conta dele”, explica). Na casa dele, no Sítio Descoberto, cria algumas vacas e ovelhas e planta milho – Carira é o município com a maior produção do grão no estado. Mas nem sempre as coisas andavam bem para ele. Dernival, assim como tantos que moram na região semiárida do país, passou por dificuldades com a plantação.
A garantia de produzir sem risco de sofrer perdas influenciou o agricultor familiar de Monte Alegre (SE), José Jairo Lima, 45 anos a acessar o crédito de custeio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Ele contratou o Seguro da Agricultura Familiar (Seaf), que é concedido ao produtor em caso de perda da produção. José Jairo começou a plantação de palma e milho há três anos, quando soube dos benefícios oferecidos pelo Pronaf.
A agricultura familiar tem sido grande aliada para o mercado de biodiesel. Cerca de 30% do combustível renovável do país é originado de matéria prima produzida por agricultores familiares. Apenas em 2015 foram adquiridos por usinas fabricantes do biocombustível aproximadamente R$ 4 bilhões, o equivalente a 3,9 milhões de toneladas de matéria prima, de cerca de 75 mil famílias. Mais de 100 cooperativas de agricultores familiares já estão habilitadas a comercializar no âmbito do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB).
Hoje é dia de São João e há mais de três décadas uma família de agricultores goianos abre a propriedade rural todos os anos para receber os amigos e vizinhos para uma festa junina. De tão tradicional, a celebração no município de Santa Rosa, a 86 quilômetros de Goiânia, já chegou a contar com 500 pessoas. A casa fica cheia e o coração também.
Ao consumirmos alimentos orgânicos, não estamos apenas zelando pela nossa saúde, estamos também preservando o meio ambiente. Cultivar orgânicos significa produzir a partir dos princípios agroecológicos, que contemplam o uso responsável do solo, da água, do ar e dos demais recursos naturais, respeitando as relações sociais e culturais.
Canjica, milho verde, pé de moleque e maçã do amor. Quem pensa que os pratos juninos se resumem a esses itens, está enganado. No assentamento Sumaré I, localizado no município paulista de mesmo nome, o forte da festa são os derivados de mandioca, que é uma cultura típica da agricultura familiar.
O secretário Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, José Ricardo Roseno esteve reunido, na tarde desta quarta-feira (22), com os servidores da área de desenvolvimento territorial.
O secretário especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário é engenheiro agrônomo, pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro em 1993, e pós-graduado pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP – FGV). Roseno também tem especialização em Recursos Hídricos no Institute For Water Education (IHE – UNESCO) em Délfit, na Holanda. Iniciou as atividades profissionais na Prefeitura de Itaocara (RJ), aprovado em primeiro lugar em concurso público municipal.
O secretário especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, José Ricardo Roseno participou, na manhã desta quarta-feira (22), de encontro com parlamentares na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília. O secretário apresentou a nova estrutura da Secretaria e seus objetivos.
O secretário Especial de Agricultura Familiar do Desenvolvimento Agrário, José Ricardo Roseno, defendeu a aprovação da Medida Provisória 733, que autoriza os agricultores da região da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) a renegociarem ou liquidarem suas dívidas com descontos.Publicada no Diário Oficial da União no dia 15 de junho, a nova MP substitui os trechos vetados da MP 707, que tratavam sobre o mesmo assunto. A medida beneficia os agricultores que fizeram empréstimos rurais até o dia 31 de dezembro de 2011 e estão inadimplentes.
O prazo para os proprietários de imóveis rurais preencherem o Cadastro Ambiental Rural (CAR) foi prorrogado até 31 de dezembro de 2017. Após essa data, quem não tiver prestado as informações, não poderá acessar crédito agrícola junto às instituições financeiras. A lei 13.295, que amplia o prazo, foi publicada no Diário Oficial da União da última terça-feira (15).
O Mutirão de Documentação da Trabalhadora Rural chega, nesta sexta-feira (17), ao município de Quebrangulo, no norte de Alagoas, a 130 quilômetros da capital, Maceió.A expectativa é que 300 famílias possam ser beneficiadas. O mutirão atende prioritariamente as mulheres. A previsão é que do total de famílias atendidas, 900 documentos sejam destinados às trabalhadoras rurais. 
A partir desta terça-feira (31), trabalhadoras rurais de dois municípios pernambucanos poderão colocar em dia a documentação civil. A ação, gratuita, vai começar pelo município de Chã Grande, a 81 quilômetros da capital Recife, e fica por lá até o dia 1º de junho. Depois, nos dias 02 e 03 de junho, é a vez das mulheres do município de Altinho receberem o mutirão do Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural (PNDTR).
Carteira de Identidade, Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), Cadastro de Pessoa Física (CPF) e Carteira do Produtor serão emitidos gratuitamente para mulheres rurais de Tartarugalzinho, no Amapá. A iniciativa faz parte do mutirão de documentação da trabalhadora rural a partir do dia 28 até dois de junho.

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