Programas
Sociobiodiversidade
Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade (PNPPS)
Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade (PNPPS)
Criado para promover a conservação e o uso sustentável da biodiversidade e garantir alternativas de geração de renda para as comunidades rurais, por meio do acesso às políticas de crédito, assistência técnica e extensão rural, a mercados e aos instrumentos de comercialização e à política de garantia de preços mínimos.
Nesta primeira fase do Plano Nacional, as cadeias da castanha-do-brasil e do babaçu foram priorizadas em virtude de sua relevância socioeconômica e ambiental, pois, juntas, beneficiam cerca de 500 mil famílias de extrativistas e quebradeiras de coco.
Papel do Governo Federal no PNPPS
Garantir a inclusão produtiva desses povos através da promoção de tecnologias sustentáveis que respeitem seus sistemas de organização social e, ao mesmo tempo, valorizem os recursos naturais locais e práticas, saberes e tecnologias tradicionais.
Todo este esforço tem sido traduzido no Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade.
Papel do setor empresarial no PNPPS
Reconhecer e se valer das oportunidades de negócio que a biodiversidade brasileira oferece tanto no mercado nacional como internacional e investir no desenvolvimento de produtos para a indústria alimentícia, de cosméticos, farmacêutica, bem como no setor de serviços como, por exemplo, o ecoturismo.
Esforço coletivo: todos por um!
Embora tenha nascido de uma articulação dos Ministérios do Meio Ambiente (MMA), do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), outros Ministérios e setores também estão envolvidos na implantação do Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade. São eles: os governos estaduais, a Casa Civil, Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB/MAPA), Agência Nacional de Vigilância e Inspeção Sanitária (ANVISA/MAPA), Serviço Florestal Brasileiro (SFB/MMA), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA/MDA), a Agência de Cooperação Técnica Alemã (GTZ), o setor empresarial, as agências de fomento, as organizações das comunidades tradicionais e dos trabalhadores e trabalhadores extrativistas e da agricultura familiar.