Teatro Mágico
TEATRO MÁGICO
Fernando Anitelli e trupe já estão na estrada há cerca de seis anos. Ao longo deste caminho, o título do primeiro álbum, “O Teatro Mágico: Entrada para Raros” acabou se transformando em algo maior do que o próprio sobrenome do músico e compositor. Hoje, Anitelli apresenta a companhia artística “Teatro Mágico” e leva para o palco não só um conceito de arte, mas também o debate em favor da música livre e da pirataria saudável.
No ano de 2008, o grupo lançou seu segundo CD intitulado “Teatro Mágico: Segundo Ato”. As canções foram divulgadas previamente no site da Trama Virtual quebrando todos os recordes de downloads até então. Em menos de 48 horas, foram mais de 600 mil downloads. O primeiro cd da companhia artística, “Entrada para Raros”, já vendeu cerca de 120.000 cópias e o “Segundo Ato” já emplaca o número de 35.000 discos vendidos até o momento.
O Teatro Mágico, hoje, segue seu caminho, de maneira independente, auto-produzindo shows; bancando, sem patrocínios, as gravações de suas músicas em estúdio; mantendo os preços populares de seus produtos (DVDs, CDs, livro, camisetas), comercializados ao final das apresentações no stand “Lojinha TM”, através do site do grupo e também nas Livrarias Saraiva e Cultura.
As composições escolhidas para o “Segundo Ato” colocam em debate o homem e a sociedade na qual vive. Para Anitelli: “No primeiro espetáculo, a trupe estava imersa num universo fantasioso onde cores e magia nos traziam a sensação de que tudo é possível. Havia um ‘quê’ de encantamento. Nesta nova fase, é como se a trupe chegasse na cidade e se deparasse com as questões urbanas, como o cotidiano dos cidadãos de rua citados na canção “Cidadão de Papelão” ou a problemática da mecanização do trabalho, citada no “O Mérito e o Monstro”. Indo mais além, há um debate sutil e, por vias opostas, mordaz, sobre o amontoado de informações que absorvemos, sem perceber, assistindo aos programas de TV da atualidade, vide música Xaneu N 5, gravada no CD com participação do cantor Zeca Baleiro”.